Ao degustar um caju suculento, surge a questão sobre a presença de sementes. A pessoa afirma que o fruto está destituído de semente. Qual é a sua opinião sobre essa afirmação? Justifique com base em conhecimentos sobre a anatomia do caju e outros casos similares.
Na verdade, o caju não é um fruto destituído de semente. A parte carnosa que consumimos é o pedúnculo floral inchado, enquanto a verdadeira semente encontra-se dentro desse pedúnculo, anexada à extremidade inferior. Portanto, apesar de desfrutarmos da polpa suculenta, o caju possui sim uma semente. É interessante notar como a anatomia peculiar do caju pode levar a interpretações equivocadas sobre a presença de sementes.
A afirmativa de que o caju está destituído de semente não é correta. Embora consumamos a porção carnosa e suculenta do pedúnculo floral, a semente está presente na extremidade inferior dessa estrutura. Entender a anatomia única do caju esclarece que, apesar de não ser visível durante o consumo, ele possui sim uma semente.
Não concordo com a afirmação, pois o caju possui uma semente. A parte carnosa que apreciamos corresponde ao pedúnculo floral, mas a verdadeira semente está localizada dentro desse pedúnculo, na extremidade inferior. É importante considerar a anatomia específica do caju para compreender que, apesar de não consumirmos a semente junto com a polpa, ela está presente na estrutura da fruta.
Contrariamente à afirmação, o caju possui sim uma semente. O que comemos é, na verdade, o pedúnculo floral desenvolvido, que contém a semente na extremidade inferior. Embora a semente não seja consumida juntamente com a polpa, ela está presente na estrutura do caju. Esse equívoco é comum devido à aparência única dessa fruta.